8 Coisas que você (provavelmente) não sabia sobre Jane Austen (6)

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Jennifer Ehle como Elizabeth Bennet na versão de Orgulho e Preconceito de 1995.

Jane Austen pensava em seus romances como filhos

Em cartas dirigidas a sua irmã, Jane descreveu Orgulho e Preconceito (1813) como seu “filho querido” e escreveu “Nunca estou ocupada demais para pensar em R e S (Razão e Sensibilidade). Não posso esquecê-lo, assim como uma mãe não esquece de amamentar seu bebê”.

Essa é uma analogia importante, pois, assim como a gravidez e o parto, a criação de seus romances consistia em um processo longo e trabalhoso. O desenvolvimento de Orgulho e Preconceito, por exemplo, foi bem longo – ela iniciou os primeiros rascunhos em outubro de 1796, porém, o livro só foi publicado em janeiro de 1813. O manuscrito (não lido) foi rejeitado pelo primeiro editor ao qual foi enviado.

  Ao tratar seus romances como filhos, Jane também poderia estar reconhecendo o fato de que se houvesse seguido o caminho tradicional de mulheres de sua classe e tivesse se tornado esposa e mãe, ela provavelmente não os teria escrito.

Suas cartas não contêm nenhuma indicação de que se arrependeu de não ter tido filhos. Se houve algum arrependimento, esse foi compensado por seus muitos sobrinhos e sobrinhas, para os quais ela era uma tia dedicada e muito amada.

 

(fonte: http://www.historyextra.com/article/culture/8-surprising-facts-jane-austen)

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